Eu acho que vi um gatinho...

Achei maravilhoso esse estudo sobre gatos, apesar de não ser meu animal preferido, nos quadrinhos e televisões eles são maravilhosos, então aqui vai um pouco sobre os gatinhos...
Os gatos e felinos, em geral, sempre frequentaram assiduamente as Historias em quadrinhos. A beleza, a graça e o mistério desses animais já desfilaram por um número enorme de páginas. Seja agindo como humanos, caçando ratos ou como simples coadjuvantes, eles foram conquistando seu espaço e hoje muitos se tornaram mega stars das HQs. Um dos primeiros "trabalhos felinos" foi Mr. Jack, de James Swinnerton. Criado em 1902, o personagem, um gato casado, mas que não dispensava aventuras amorosas extraconjugais - sofreu por muitos anos (a tira acabou em 1953) a censura da King Features Syndicate, devido aos seus hábitos vulgares.
No início do século, precisamente em 20 de junho de 1910, o New York Journal publicou a tira The Dingbat Family (mais tarde o nome foi mudado para The Family Upstairs), de George Herriman, onde dois personagens secundários acabaram roubando a cena. Tratava-se de uma gata e um rato - depois batizado de Ignatz -, cuja principal diversão era dar tijolada na cabeça da felina. Aliás, foi Ignatz que, em agosto de 1910, a chamou pela primeira vez de Krazy Kat. Baseada em temáticas inteligentes, a dupla tornou-se um sucesso e, em 1943, Krazy Kat ganhou sua própria tira diária. Até hoje esse trabalho é considerado uma das melhores HQ's de todos os tempos. As peripécias dos dois ainda pintaram em livros, desenhos animados e num balé adaptado por Jonh Alden Carpenter. Suas aventuras terminaram com a morte de Herriman em 1944, pois ninguém continuou sua obra.
O papa dos quadrinhos underground, Robert Crumb, também deu sua contribuição. Fritz, the Cat surgiu em 1959 no Crumb Brother's Almanac, mas os leitores só o conheceram em 1965 na história Teenage Girl Pigeon, publicada na Help. Fritz era um gato pra lá de libidinoso. E curtidor de sexo e drogas. Em 1972, Ralph Bakshi e Steve Krantz realizaram um desenho animado com o personagem. Crumb não gostou (chegou a entrar na justiça para retirar seu nome dos créditos) e desenhou uma história onde, após rejeitar uma avestruz, o gato foi assassinado pela ave desiludida.
Em 1978 apareceu pela primeira vez um gato que se tornaria um dos maiores fenômenos de marketing do mundo: Garfield, de Jim Davis. Ele é cheio de peculiaridades e extravagancias. Odeia segundas feiras; more de ciúmes do filhote Nermal; adora comer na cama; vive aprontando com seu dono, Jon, e com o cão Odie; e, principalmente, e apaixonado por lasanhas.
Escrito por Carol Maia às 12h49
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Quadraturas e Oposições
 
Coisas que não podemos ir contra, as vezes, temos o hábito de achar que nos damos melhor com pessoas iguais, mas uma oposição ou quadratura vai ditar que o melhor para nós nem sempre é o que achamos, e colocarão pessoas ou pensamentos diferentes de tudo o que acreditamos, estimulando assim, nossa capacidade de transformar, rever, analisar, transmutar, e isso, pode parecer muitas vezes difícil, mas necessário para nosso crescimento. Não podemos lutar contra nossas quadraturas, e sim entende-las e agir de forma inteligente, e quanto as oposições, o melhor a fazer é complementar e não disputar qual lado é o mais forte, pois ambos os lados, com o tempo, perderão energia. E vamos lá, mais um dia de aprendizado... Com muito humor... rs
Por exemplo, veja esses dois, feitos um para o outro ...
Escrito por Carol Maia às 13h32
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